Cunha diz que ‘não quer ser submisso’ ao Planalto

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O principal candidato do PMDB à presidência da Câmara em 2015 é o deputado carioca Eduardo Cunha, que chefia o “blocão”. Trata-se de um agrupamento que infligiu algumas derrotas a Dilma Rousseff, de tal modo que ele não é, e o Planalto tem lutado para derrubá-lo, o candidato que alegra a presidente. Eduardo Cunha afirmou, na manhã desta segunda-feira (10), numa espécie de aviso aos navegantes que não quer “ser submisso ao Palácio do Planalto” embora pretenda manter uma relação de respeito entre os dois poderes. A presidente tem feito de tudo para negociar com o PMDB a candidatura de um presidente que seja mais “dócil”. Como, por ora Cunha parece ter a maioria do partido,  o PT avisou que poderá lançar um candidato ao cargo, o que, se o fizer, será entendido como uma declaração de guerra entre ao partido. O caminho, portanto, não parece ser este. Ao dizer que “não será submisso”, o deputado marca ponto com parlamentares do seu partido que estão fechados com ele. Mas há alguns senões como, por exemplo, existir informações segundo as quais Eduardo Cunha aparecerá na relação de parlamentares envolvidos com a Petrobras e seu nome teria sido citado pelo doleiro Alberto Youssef, que faz denúncias protegido pela delação premiada, tal como o ex-diretor de Abastecimento da petroleira, Paulo Roberto da Costa. Cunha, além de conhecer como poucos os meandros da Câmara dos Deputados é visto como um nome de peso, mas poderá cair se estiver na relação de corrupção na petroleira.(BN)

 

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