Justiça Militar devolve documentos pessoais de Dilma apreendidos na ditadura

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A Justiça Militar de Juiz de Fora (MG) encontrou documentos pessoais e fotografias da presidente Dilma Rousseff (PT) que foram retidos pela ditadura militar. Ela foi interrogada em Juiz de Fora e ficou presa na penitenciária de Linhares, no início dos anos 70. Foram localizados negativos com cerca de dez fotos de álbum de família da presidente, além do seu boletim e histórico escolar do período que estudou em Belo Horizonte (MG). Uma solenidade conjunta com a Comissão Municipal de Verdade da cidade deverá marcar a entrega simbólica do material por integrantes da comissão e pela juíza auditora militar Maria do Socorro Leal, em Brasília.  A juíza afirmou que não se tratam de documentos oficiais e não deveriam jamais ter ficado em poder do Estado. “São documentos que fazem parte da história pessoal de cada uma dessas pessoas. Já deveria ter sido devolvido a elas. Há um atraso de mais de 40 anos nesse processo. Decidimos fazer essa devolução numa solenidade simbólica de reparação da memória”, disse Maria do Socorro ao jornal O Globo.
VOZ DA BAHIA

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