Olimpíadas 2016: nadadores baianos continuam sem ter onde treinar

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Salvador segue sendo a única capital do País a não ter uma piscina olímpica, segundo informações do site especializado na área Best Swimming. Em março deste ano, foi feita mais uma promessa sobre a entrega do equipamento. O secretário do Trabalho e Esporte, Álvaro Gomes, que visitou a obra situada na Fundação da Criança e do Adolescente (FUNDAC), na Avenida Bonocô, afirmou que o Centro Olímpico de Natação da Bahia seria entregue à população no início do segundo semestre de 2015. “Depois de perceber que o prazo não seria cumprido, parece que um novo prazo surge: dezembro de 2015. E tudo indica que o Centro será inaugurado sem estar completamente pronto, pois ainda falta a terceira etapa, com a entrega da arquibancada para 800 pessoas, vestiários, administração, sanitários e estacionamento. Ou seja, vai lançar algo sem a estrutura básica para os frequentadores”, frisou Leo Prates, líder do DEM e vice-líder do Governo na Câmara de Salvador. “As Olimpíadas de 2016 já estão se aproximando e a dúvida da finalização do equipamento para o treino e preparação dos nossos atletas continua. Já estamos no final do segundo semestre e nada. A população continua esperando, os atletas continuam esperando e a obra não é concluída. As Olimpíadas e as Paraolimpíadas de 2016 estão se aproximando e a cidade da Salvador não tem uma piscina dentro dos padrões, pois uma obra que era para durar seis meses, já dura seis anos, contando com o lançamento do projeto em 2009”, explica Prates. O Centro Olímpico tem uma área total do terreno de 12.195,67m² com uma piscina olímpica com dimensões oficiais (25 x 50m), além de uma piscina de aquecimento (12,5 x 25m), dependências de apoio e estacionamento. A obra tem um investimento de R$ 13 milhões, segundo a informações da Setre, para as etapas um e dois. (Bocão News)

 

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