Presidente da Câmara rebate acusações e reafirma o compromisso com os munícipes de Amargosa

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Caros amigos e amigas de Amargosa.

Nesta segunda-feira, 24 de setembro de 2018, me deparei com uma reportagem veiculada num blog local com o seguinte título: “Vereador Diego Mercês afirma que Presidente da Câmara foi omisso por não ter acatado requerimento que pedia a criação da CPI para investigar mortes de bebes no Hospital de Amargosa”.

Tendo o Vereador falado sua versão ao público, sinto-me na obrigação de trazer a verdade para conhecimento do público.
Com o protocolo do requerimento, fui informado que os vereadores que o assinaram não poderiam participar da Comissão Parlamentar de Inquérito.
O requerimento foi assinado por 06 vereadores, pelo vereador Diego Silveira, além dos vereadores Odaque Maia, Viviane Santana, Carlos Cabral, Geovanildo Cintra e Luís Antônio, quando precisaria somente de 05 assinaturas.

Assim, estes Edis não poderiam participar da Comissão.
Busquei alguma forma legal para, pelo menos um dos requerentes participasse da Comissão Parlamentar de Inquérito, mas se assim agisse estaria cometendo uma ilegalidade e a Comissão seria anulada na Justiça, o que poderia servir para me acusarem de agir premeditadamente neste sentido.

Obriguei-me a agir institucionalmente de forma cega às críticas que viriam, obedecendo unicamente a lei, dei prosseguimento ao trâmite solicitando reunião com os demais vereadores, que não assinaram o requerimento, com o objetivo de consultar quais deles teriam interesse em participar da CPI.

No entanto, na data agendada alguns dos Edis não puderam se fazer presentes, por motivo devidamente justificado.
Deixo claro para toda população que outra reunião já estava agendada, inclusive, com o oficio de convocação encaminhado e a participação da Assessoria Jurídica desta Casa de Leis.

Como é de conhecimento de todos e todas, sempre me pautei pela ética, no respeito às Leis e nos princípios de imparcialidade, por isso, tomo as decisões com cautela e responsabilidade. O açodamento é péssimo conselheiro e prudência a melhor das companheiras.

Sinto porque tais informações poderiam ter sido apresentadas ao Vereador Diego se tivesse me perguntado sobre o andamento do requerimento, mas o fato de preferir tratar da morte de recém-nascidos de forma midiática reavivou a arguição que me fizeram quando debatia sobre o fato dele, pessoa instruída, estudado, que teve o pai com tantos mandatos nesta Casa, ao assinar o requerimento, que já tinha assinaturas suficientes, estaria voluntariamente se negando de participar da Comissão: será que realmente ele quer investigar alguma coisa ou só queria fazer política?
Lembro que balancei a cabeça de forma negativa, imaginando tal hipótese como absurda. Como poderia se pensar em fazer política sobre a dor de família que perderam seus filhos? Mas, a convivência com políticos de toda estirpe me mostrou que existem aqueles que são dignos e respeitados e aqueles que sequer se respeitam.

Por fim, reafirmo que em momento algum fui omisso em relação à tramitação da CPI em questão.
Sou um defensor do povo de Amargosa e sempre estarei lutando para que mais investimentos e serviços de qualidade sejam oferecidos para nossa população, já estive pessoalmente buscando as informações sobre os fatos ocorridos e encontrei profissionais sérios, competentes e comprometidos, que atendem nosso povo de forma respeitosa e atenciosa.

Acredito sim que estes profissionais que atuam no hospital de Amargosa são os responsáveis de, em pouco mais de um ano e nove meses de gestão do prefeito Júlio, tantas crianças terem vindo ao mundo de forma saudável e isso somente poderia incomodar àqueles que não suportam em ver o sorriso do cidadão pobre.

Entendo que sobre as intercorrências é necessário que faça uma reflexão, sem acusações precipitadas e ofensivas, mas se buscando ajustes, soluções e melhorias no serviço que essencial para o mais carente. Para isso muito mais importante que dizer que vai investigar, deveria se buscar o diálogo, conhecer dos fatos ocorridos, oferecer os ouvidos para o conhecimento ao invés da boca para a ofensa.

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