Alegando perseguição, Nilo justifica saída do PDT: “Não tem a menor condição”

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Em entrevista à Rádio Metrópole nessa segunda-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Marcelo Nilo, comentou a sua saída do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e migrar para o Partido Liberal (PL). “O PDT não tem a menor condição. O presidente local do partido está me perseguindo, tem tirado vários diretorios meus, inclusive um que ele teve 16 votos e eu tive 4 mil. Ele combinou comigo que faria a convenção em janeiro, passou pra fevereiro… junho, me comunicou que seria em setembro, quase no prazo de você não poder mais mudar de partido. Fui tentar fazer um acerto público, propus o Deputado Roberto Carlos como presidente de partido, ele aceitou, disse que me daria resposta em 8 dias, mas até agora, nada”, explicou.(Metro1)

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