Amargosa: distrito de Corta Mão pede socorro

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A unidade de saúde de Corta Mão teve a sua licitação para ampliação homologada em 26.03.2013 conforme DOM – Diário Oficial do Município de Amargosa, junto com as unidades da Jaqueira e Jequitibá no valor total de R$ 216.504,92. Importante ressaltar que foram recursos captados pelo governo anterior e com saldo nas respectivas contas.

A partir daí começam uma série de fatos misteriosos e de difícil explicação.

a) Estranhamente o termo de contrato com a construtora apesar de “coincidentemente” ter sido assinado no mesmo dia da homologação só foi publicado no DOM – Diário Oficial do Município no dia 19.04.2013.

b) Outro fato digno de nota é que no dia 20.09.2013, seis meses depois, foi publicado no DOM uma notificação contra a Construtora afirmando que a mesma só fez 10.15% da obra em Corta Mão, ameaçando a empresa de reincidir o contrato e aplicar multas pelo atraso sem justificativas.

c) As coisas começam a ficar mais estranhas com a publicação no DOM de 25.04.2014, ou seja, oito meses depois, com a prefeitura fazendo um aditivo para as obras no Valor de R$ 75.773,39 e prorrogando o prazo para execução em mais 90 dias.

d) Mais absurdo ainda é 05 meses após o aditivo, conforme publicação no DOM do dia 03.12.2014 a empresa mais uma vez ser notificada porque não realizou a obra e que foi aberto um processo administrativo para rescisão do contrato com a construtora.

e) Em 23.03.2015 a Prefeitura publica nova Licitação para reforma da mesma unidade de saúde de Corta Mão.

d) No dia 13.04.2015 a prefeitura homologa uma nova licitação no Valor de R$ 75.175,37 tendo como ganhadora a empresa ACISA.

Parece mais uma novela, 02 (dois) anos depois de licitada a obra, o povo de Corta Mão sofre com uma simples reforma na unidade que nunca chega ao fim.  A citada ampliação vem carregada de mistérios com notificações e logo depois grandes aditivos e depois reincide o contrato e faz nova licitação.

Resta as perguntas: Como foi pago o que tinha sido feito? Como notifica por atraso e depois faz aditivo e depois notifica de novo rescindindo o contrato?  Porque tanto tempo para reformar uma unidade de saúde? Quanto de dinheiro público foi desperdiçado? Qual o valor final da obra?

A cobrança incisiva parte também do vereador Miguel Silva, filho da região e que a muito tempo vem denunciado o descaso com a reforma do referido posto, além de cobrar ao município medidas em relação a água que abastece o distrito de Corta Mão, que se encontra totalmente inconsumível por conta da limpeza que não é feita a muito tempo.

 

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