Após incêndio, órgãos querem identificar gases lançados na atmosfera

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Os órgãos que atuaram no incêndio em um terminal de cargas no Porto de Santos querem identificar os gases que foram lançados na atmosfera. Uma reação química iniciou as chamas que atingiram dezenas de contêineres e só foram extintas durante o fim de semana. Mais de 200 pessoas precisaram ser atendidas com sintomas de intoxicação causada pela fumaça que se espalhou por cinco cidades da Baixada Santista. A expectativa do Corpo de Bombeiros é tirar de risco os produtos que ainda estão estocados na área, no Guarujá, e concluir a operação neste começo de semana junto com as equipes da Localfrio. Autoridades também monitoram o descarte da água que foi usada no combate ao fogo, que se misturou aos materiais tóxicos. Segundo a secretária-adjunta do Meio Ambiente de São Paulo, Cristina Azevedo, o objetivo é evitar que os produtos caiam no canal do porto. A prefeita do Guarujá, Maria Antonieta de Brito, vai exigir explicações da empresa responsável pelo armazenamento do produto. A Localfrio emitiu apenas uma nota lamentando o ocorrido no terminal da empresa.

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