Bom desempenho de Jaques Wagner na Casa Civil pode credenciá-lo para disputar Presidência

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Com toda a crise que a presidente Dilma Rousseff enfrenta em Brasília, pouco se fala dentro do PT de um candidato do partido para disputar a Presidência em 2018. Apesar de Lula ser querido por boa parte da sigla, há quem julgue que o bom desempenho de Jaques Wagner até o momento à frente da Casa Civil está praticamente o colocando como escolha do partido para suceder Dilma.

Depois da entrevista que deu nesta quarta (31) à Globo News, em que disse que Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara e desafeto da presidente Dilma Rousseff (PT), tem mais chances de perder o mandato do que ela, pela via do impeachment, Wagner foi chamado de herói por petistas da Bahia e do Brasil, dando mais um passo na direção da discussão. De acordo com alguns petistas, o ex-governador da Bahia não terá como escapar do projeto de continuidade petista, mesmo que Dilma morra na praia até lá.

Na entrevista, Jaques Wagner também criticou a gestão do ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, acusando de que a falta de diálogo causou um sério desgaste no governo. “Ele estava num processo de desgaste na relação com o governo e o Congresso. É uma pessoa de boa fé, que conhece o riscado, mas veio com uma linha muito dura, sem diálogo, e as coisas não funcionam assim. Acho que a dose que o Levy aplicou (na economia), no lugar de ser remédio, virou veneno”, disse.

Redação VN

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