Bombeiro apontado como cúmplice no caso Marielle ostentava vida de luxo

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O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, foi preso nesta quarta-feira (10) por suspeita de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e de Anderson Gomes. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), no Rio de Janeiro, e o Ministério Público apontam o bombeiro como cúmplice do sargento da reserva da Polícia Militar Ronnie Lessa.

De acordo com informações do jornal O Globo, os investigadores dizem que coube a Suel ajudar no descarte das armas escondidas por Lessa, logo após sua prisão. A investigação já mirava Suel desde a prisão do sargento da PM e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz.

O que chamou a atenção na prisão de Suel é que ele ostentava nas redes sociais uma vida de luxo. Desde 1998 no Corpo de Bombeiros, com salário de aproximadamente R$ 6 mil, fotos nas redes sociais mostram o suspeito tomando cerveja na piscina da casa onde morava, avaliada em mais de R$ 1,9 milhão. O imóvel fica num condomínio no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O Ministério Público apura também como ele pode ter bens de alto valor. Além do imóvel, Suel tem uma BMW-X6 avaliada em R$ 172 mil, de acordo com O Globo, que foi apreendida na operação desta quarta. (Bahia.ba)

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