Caótico: sistema de transporte público de Feira de Santana causa indignação

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Há quase um ano, o Sistema de Transporte Público da segunda maior cidade do estado, Feira de Santana, entrou em colapso. Se em 2013, o preço da tarifa de ônibus era de R$ 2,35, agora passou para R$ 2,70, o que significa um reajuste de 14,9% – R$ 0,35 a mais que pesam no bolso do feirense. Antes do anúncio do aumento, feito pelo prefeito, José Ronaldo (DEM), neste mês, a população enfrentou, em plena semana de Natal, uma greve de dois dias feita pelos rodoviários. Eles reivindicavam o pagamento da segunda parcela do 13 salário, além dos salários de dezembro e benefícios. Também não haviam sido pagos R$ 300 mil em vales-alimentação e o plano de saúde do mês de dezembro. Com os ônibus nas garagens e os terminais de transbordo fechados, os usuários tiveram que recorrer a táxis, mototáxis e até mesmo transportes clandestinos. Em média, 130 mil pessoas dependem do transporte coletivo em Feira de Santana. Para tentar dar um fim à crise, a Prefeitura resolveu lançar a nova licitação do transporte coletivo.Com a medida, o Executivo Municipal pretende contratar duas novas empresas para operar o sistema. O contrato atual, que tem duas em- presas, as viações Princesinha do Sertão e 18 de Setembro, vai até 15 de fevereiro e não será renovado. Segundo a Prefeitura de Feira, o prazo para a licitação é de 45 dias e deve acontecer em 16 de março. Em visita à Estação de Transbordo Central de Feira de Santana, deparamos com um local inóspito, com cadeiras quebradas, banhei- ros deteriorados e uma frota composta por ônibus velhos, em péssimas condições de uso, sem contar os que estavam quebrados, esperando por manutenção. (Metro1)

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