Deputado expulso por PEC religiosa acusa PSOL de perseguição

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Expulso do PSOL no fim de semana, o deputado federal Cabo Daciolo (RJ) acusa o partido de persegui-lo por motivos religiosos. O parlamentar perdeu seu lugar na bancada da legenda de esquerda sob acusação de infidelidade partidária, depois de uma série de atitudes que geraram mal-estar na agremiação. Contrariando orientação dos companheiros, Daciolo, que é evangélico, apresentou Proposta de Emenda Constitucional (PEC) determinando que a Carta diga que “todo poder emana de Deus”. O deputado também defendeu que o ministro da Defesa seja um militar. Para irritação do comando psolista, também defendeu publicamente os policiais militares acusados da tortura, assassinato e desaparecimento do auxiliar de pedreiro Amarildo de Souza. “O PSOL me perseguiu, desrespeitou a minha liberdade religiosa e não permitiu que eu pudesse discutir as minhas propostas junto ao partido. Fui discriminado. Mesmo assim, eu os perdoo. Não levo mágoas comigo. Jesus me ensinou a perdoar”, afirmou o parlamentar, em sua página TV Daciolo, no Facebook. “Não recebi com alegria a notícia de minha expulsão pelo Diretório Nacional do PSOL. Fui eleito com 49.831 votos, numa campanha desacreditada pela maioria dos militantes psolistas. Não tive tempo de TV e os recursos financeiros foram escassos. Mesmo assim, diante da especulação negativa de que seria derrotado nas ruas, Deus, o Todo-poderoso, honrou a nossa fé e o empenho voluntário, aguerrido, das pessoas que acreditaram genuinamente em nossa proposta.” (Política Livre)

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