Deputado Soldado Prisco representa no Ministério Público contra a atuação do vereador Igor Kanário no carnaval de Salvador

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O deputado soldado Prisco representou no Ministério Público do Estado da Bahia (MPE), nesta sexta-feira (16), contra a atuação do vereador/cantor de Salvador, Igor Kanário, contratado como atração para o “folião pipoca”, durante os festejos de Carnaval. Conforme o documento, diversos episódios foram registrados pela Polícia Militar no que se refere ao questionamento/incitação por parte do vereador/cantor contra a atuação da Corporação.

O documento se fundamenta no vídeo “viralizado” na internet no qual Kanário atribui crimes de lesão corporal e abuso de autoridade aos PMs em exercício legítimo de suas funções. “Neste caso o mesmo deve provar sob pena de estar cometendo crime de calúnia qualificada (art. 38, § 1o. do Código Penal) e desacato à autoridade (art.331 do Código Penal)”, afirmou o parlamentar.

O deputado Prisco lembra que, durante as atuações do vereador/cantor, seja em festas de largo, seja no carnaval, o policiamento é reforçado justamente para conter os excessos praticados pelos seus seguidores, que, disfarçados muitas vezes de foliões, agridem covardemente aqueles que efetivamente estão no local para divertimento.

“A ação dos militares é proporcional aos fatos, onde muitas vezes se faz necessário uma atuação mais enérgica para conter a multidão, não configurando qualquer crime por se tratar de legítima defesa e estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito”, ressaltou.

REINCIDÊNCIA

Conforme Prisco, não é a primeira vez que o artista é acusado de incitar a violência em carnavais e festas de largo. Em maio de 2017, a policial militar Tainá Gomes (durante a Micareta de Feira de Santana) acusou o cantor/vereador de desacato quando atuava na segurança da festa. “Já temos três ações contra Kanário, uma delas a da policial. Ele, ao invés de tentar conter rixas e brigas entre foliões, volta-se contra os militares que doam sangue nas ruas da Bahia durante o período de festas, quando são obrigados, por vezes, a adotar posições mais enérgicas”, reclamou.

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