‘Fizeram um trabalho forte de assassinato da minha reputação’, explica João Henrique

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Pré-candidato ao governo da Bahia pelo PRTB, João Henrique afirma que seu alto índice de rejeição é culpa da oposição feita no período de sua gestão à frente da Prefeitura de Salvador (2005-2012). O levantamento divulgado pelo Bahia Notícias aponta que 56% dos 1.540 eleitores baianos ouvidos em 68 municípios não votariam nele “de jeito nenhum”. “No meu segundo mandato fizeram um trabalho muito forte de assassinato da minha reputação, tanto das forças de direita quanto das forças de esquerda. Fizeram um trabalho para destruir a minha imagem e a minha reputação”, desabafa João. Ele aponta que ganhou “gratuitamente o ódio e a raiva” por ter vencido dois candidatos de Lula – Nelson Pelegrino (PT) na eleição de 2004 e Walter Pinheiro (sem partido) na eleição de 2012. Apesar disso, João avalia que esse quadro de rejeição foi superado, já que o levantamento o aproxima do pré-candidato José Ronaldo (DEM), até então o principal opositor de Rui Costa (PT) na disputa. Enquanto na pesquisa estimulada, o democrata aparece com 9,5% das intenções de voto e João fica com 5,8% (veja aqui), o potencial dos candidatos mostra que 4,7% do eleitorado “com certeza” votariam em Ronaldo e 2,1% votariam em João. “Isso mostra que a rejeição está zerada”, analisa. “Eu vejo candidatos aí, altamente denunciados com a Lava Jato e isso terá um peso na eleição de outubro, então eu creio que o fato de nós estarmos longe da operação vai aumentar muito pra eleição a governador”, ressalta o pré-candidato. Na sua avaliação, outro fator que pode alavancar seu nome na disputa é o lançamento da candidatura do General Mourão (PRTB) à Presidência da República. De acordo com o ex-prefeito da capital baiano, o presidente nacional da sigla, Levy Fidelix, aguarda o melhor momento para fazer esse lançamento. (BN)

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