Marieta Severo: “Não fui da geração que tinha carteira de prostituta”

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A atriz Marieta Severo causou polêmica em entrevista ao jornal “Extra” ao comentar o papel da mulher na dramaturgia nacional. “A televisão sempre precisou do glamour feminino. Ela vive da imagem. Tinha que ter as heroínas, tinha que ter a Yoná Magalhães, a Glória Menezes. Nunca senti nenhum diferencial em ser mulher na televisão, teatro e cinema. As artes sempre foram um território protegido. Eu não peguei a geração que tinha que ter carteira de prostituta para trabalhar. Peguei o meio da década de 60. Por mais que tivesse bastante consciência do feminismo, não tenho registro de ter sofrido dentro da profissão”, disse. A atriz também comentou sobre os 50 anos de carreira: “Eu não saberia comemorar em torno de mim mesma, eu me acho bem pouco interessante. Estou falando sério, não é charme. Acho interessante o que eu escolhi fazer. Em 50 anos, fiz escolhas que foram ao encontro do meu desejo. Sou feliz com minhas escolhas”.

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