Messi é acusado de alimentar a propaganda de uma ditadura

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Depois de terem acusado Lionel Messi de receber milhões pela sua visita ao Gabão e de o líder da oposição ao partido que está no poder ter acusado Messi de se apresentar “como se estivesse em um jardim zoológico”, a visita àquele país africano ainda continua a dar o que falar. “Lionel Messi prejudicou seriamente a credibilidade da sua própria Fundação ao colocar-se ao lado da família Bongo e servir como instrumento de relações públicas desta cruel e corrupta ditadura”, afirmou a Human Rights Foundation. O organismo que luta pelos direitos humanos relembrou que o jogador do Barcelona é representante da UNICEF e, por isso, não devia ter estado presente no evento que tinha como objetivo lançar a primeira pedra dos estádios que receberão a Taça das Nações Africanas em 2017. “É perturbador e incoerente que Messi, que apoia os direitos das crianças e é embaixador da UNICEF, tenha alimentado a propaganda de um regime cleptocrático, que se recusa a investigar crimes horrendos, entre eles, rituais onde crianças são sacrificadas”. A finalizar, a Organização Não-Governamental considerou “surpreendente que os representantes de Messi e o próprio atleta tenham decidido colocar o seu prestígio ao serviço de um violador dos direitos humanos”. (Notícias ao Minuto)

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