“O dia mais horrível de minha vida”, fala Massa sobre desempenho de carro

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Quando o que mais há no circuito são retas curtas e curvas de baixa velocidade, o modelo FW37-Mercedes da Williams, de Felipe Massa e Valtteri Bottas, simplesmente torna-se muito mais lento que os concorrentes. Ambos não marcaram pontos na etapa de Mônaco, por exemplo, sem que tivessem problemas mecânicos. E no tumultuado GP da Hungria, neste domingo, no traçado de Budapeste, também com poucas retas e curvas lentas, Massa e Bottas voltaram para casa sem nenhum ponto na bagagem. “É algo que já estamos trabalhando no projeto de 2016. Assim como nosso desempenho no molhado, precisamos melhorar bastante”, disse o chefe de operações da Williams, Rob Smedley. Curiosamente o outro brasileiro na F-1, Felipe Nasr, da Sauber, enfrentou situação parecida ao longo das 70 voltas no Circuito Hungaroring, bem menos quente neste domingo: 22 graus a temperatura ambiente e 42 a do asfalto. O brasiliense de 22 anos recebeu a bandeirada em 11º, depois de largar em 18º. Mas sem as muitas variáveis da emocionante corrida não teria avançado tanto na classificação. Massa largou em oitavo e chegou em 12º. Bottas, em sexto e terminou em 13º. O finlandês teve ainda de fazer um terceiro pit stop, na 49ª volta, para substituir o pneu traseiro direito, furado depois de um toque com Daniel Ricciardo, da RBR, terceiro colocado. “Corrida horrível, nosso ritmo não era bom, principalmente com o pneu médio. O carro não funcionava, não saía do lugar, não tinha aderência alguma. Sofri demais, infelizmente não conseguimos trazer sequer um ponto. Dia muito ruim, hoje”, definiu Massa. (Globo Esporte)

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