São João na Bahia está ameaçado por ação do Ministério Público do Estado

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Diante da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado da Bahia, através da promotora Rita Tourinho, que visa impedir que convênios sejam firmados com diversos municípios para a realização de festejos juninos no interior, a Procuradoria Geral do Estado se posicionou através de nota, afirmando que adotará as medidas judiciais cabíveis visando sustar os efeitos da decisão liminar. De acordo com a PGE, o acolhimento da ação comprometerá as festividades juninas em diversos municípios, uma vez que estes não poderão custear as atrações e a infraestrutura necessária aos eventos. Em nota, o governo esclarece que “os convênios referidos se submeteram a prévia seleção pública dos municípios beneficiados, mediante critérios objetivos, não impugnados por quaisquer dos participantes, observando os princípios administrativos”. A procuradoria informa ainda que, quando instado a se manifestar no Inquérito Civil promovido pela promotora, o Estado apresentou todas as informações disponíveis, tendo se colocado à disposição para maiores esclarecimentos. “Os valores disponibilizados para cada município, bem inferiores ao do ano passado, levaram em consideração fatores como tradição e histórico dos festejos, além do fluxo turístico, representando forte componente para alavancar a economia em diversas regiões”, pontua o governo, que na tarde de ontem anunciou, em entrevista coletiva, a programação da festa na capital baiana e falou do investimento na festa também no interior do estado, em cidades que mantém a tradição junina. De acordo com o governo, “a ação ajuizada não tem, portanto, qualquer justificativa razoável, se baseando em ilações infundadas e em suposições juridicamente insustentáveis”.

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