Torcedores do Grêmio fizeram acordo e ação por injúria racial foi suspensa

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Patrícia Moreira da Silva, 23 anos, torcedora do Grêmio que cometeu ato racista em agosto deste ano ao chamar o goleiro Aranha, do Santos, de “macaco” fez um acordo com a justiça do Rio Grande do Sul e teve a ação de injúria racial suspensa de forma condicional. Umas das medidas tomadas é que a torcedora, em todos os jogos Grêmio, compareça a uma delegacia 30 minutos antes da partida, e só saia 30 minutos depois do término. A medida durará até o final de agosto de 2015. Os outros três torcedores que cometeram ato semelhante ao de Patrícia, Éder Braga, Rodrigo Rychter e Fernando Ascal, terão que pagar a mesma pena. Em entrevista à Folha de S. Paulo, o advogado de Patrícia, Alexandre Rossato, explicou que a pena é apenas uma suspensão condicional, e não uma pena alternativa. Caso os torcedores não cumpram o determinado, poderão ser processados por injúria racial

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